LEGALIZE it!
terça-feira, 16 de agosto de 2011
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
O Grandíssimo Haile Selassie (Jah Ras Tafari)
Nasceu na Etiópia perto de Hãrer, no dia 23 de julho de 1892, tendo como nome de baptismo Ras Tafari Makonnen, era sobrinho do Imperador Menilik II.
Em 1916, Tafari Makonnen, destituiu o sucessor do seu tio, Lij Iyasu, substituindo-o, pela filha mais velha do Imperador Menilik, chamada Zauditu. Quando esta faleceu em 1930, Ras Tafari Makonnen sucedeu-a sob o nome de Haile Selassie I, passando assim a ser o Imperador da Etiópia. O nome Haile Selassie I, significa " O todo poderoso da trindade", tinha também outros títulos como "Leão conquistador da tribo de Judah", "O eleito de Deus" e também "Rei dos Reis, Senhor dos Senhores".
Em 1931, Haile Selassie I, deliberou que todos os tipos de poderes ficariam nas mãos de Imperador.
Quando em 1935, os Italianos invadiram a Etiópia, Selassie embora tivesse tentado resistir, teve que pedir auxilio à Liga das Nações, sendo obrigado a ir para o exilio em Inglaterra, em Maio de 1936. Embora no exílio Haile Selassie I, liderou o plano de libertação da Etiópia,(que havia sido traçado pela Inglaterra)e voltou ao poder em 1942, começando desde então o plano de reconstrução do seu país que havia sido destruído pela guerra.
O som que saiu de uma pequena ilha do Caribe para dominar o Mundo! "Os piratas me capturaram. Me venderam para navios mercantes", desabafa Bob Marley em seu hino.
Num dos capítulos mais vergonhosos da história mundial, cerca de 400 milhões de Africanos foram arrancados de seu continente para trabalhar como escravos na Europa e nas Américas.
Essa mão de obra barata e qualificada foi de extrema importância para a Jamaica. A ilha recebeu sua primeira leva de escravos em 1509, quinze anos depois de ser descoberta por Cristóvão Colombo - a população indígena nativa tinha sido dizimada em poucos anos. Os novos moradores chegaram trazendo cultura e cânticos próprios.
Num dos capítulos mais vergonhosos da história mundial, cerca de 400 milhões de Africanos foram arrancados de seu continente para trabalhar como escravos na Europa e nas Américas.
Essa mão de obra barata e qualificada foi de extrema importância para a Jamaica. A ilha recebeu sua primeira leva de escravos em 1509, quinze anos depois de ser descoberta por Cristóvão Colombo - a população indígena nativa tinha sido dizimada em poucos anos. Os novos moradores chegaram trazendo cultura e cânticos próprios.
A estrela de seis pontas é um símbolo muito conhecido, usado como talismã, amuleto atrativo de energias positivas recomendado contra qualquer tipo de adversidade, natural ou "sobrenatural". É confecionada como figura ou objeto e atualmente pode ser encontrada ornamentando ambientes, roupas, publicações e objetos como medalhas, pingentes e anéis. Nos livros de todos os bons mestres ocultistas do Ocidente existem comentários a este símbolo, também conhecido como Estrela de Davi e Sêlo de Salomão, denominações que indicam sua antiguidade. De fato, a estrela com seis pontas remonta às eras pré-cristãs, época veramente nebulosas, e não é uma exclusividade da cultura judaica; ao contrário, pertence ao acervo de signos mágicos de diferentes povos em diferentes épocas.

No caso dos rastafaris, este recurso gerou um repertório, (vocabulário ou léxico) e uma gramática com semântica e léxico (vocabulário) tão peculiares que a fala dos rastas certamente se aproxima do status de um dialeto, uma língua secundária. A linguagem rastafari surgiu na Jamaica, ilha do Caribe que foi um importante centro da monocultura latifundiária de diferentes momentos do ciclo da cana-de-açúcar (período da economia ocidental em que predominou o comércio da cana-de-açúcar). Por esta razão, econômica, a Jamaica foi um pólo receptor de mão-de-obra escrava, negros provenientes de diferentes regiões da África, a partir de seu descobrimento, por Cristóvão Colombo, em 1494. A Ilha passou quase dois séculos dominada por espanhóis até ser capturada definitivamente pelos ingleses. Chamado de Patois, (patoá) o dialeto rasta se estrutura sobre duas técnicas ou modos de apropriação e resignificação de termos, herança colonial da mistura entre a língua inglesa e línguas africanas. A primeira técnica é o sincretismo semântico; a segunda, fundamentada em um dogma religioso arcaico, reside em uma mística utilização do pronome pessoa de primeira pessoa do singular: “Eu” ou “I”.
Apesar das homenagens, música do ídolo perde força na Jamaica
O músico jamaicano Bob Marley, considerado o "Rei do Reggae", com mais de 200 milhões de álbuns vendidos em todo o mundo, morreu em Miami no dia 11 de maio de 1981, 30 anos atrás, mas, apesar das homenagens em todo o mundo, seu legado perde força em seu próprio país.Os rastafaris de Zâmbia se reuniram em Lusaka para "celebrar a vida" do ídolo que se tornou "a voz dos desfavorecidos" do mundo inteiro. Sua música "continua mantendo uma unidade que vai além de credos, raças, cores, fronteiras e culturas", disse Brian Chengela, diretor da Jah Entrenainment.
Também serão realizadas apresentações transmitidas em programas de rádio ou televisão, como o documentário: "The Wailers: Catch a Fire", que mostra os bastidores da gravação deste álbum em 1972.
Trinta anos depois da morte do músico jamaicano, várias correntes musicais "apareceram a partir dos anos 1950, como o punk e o rock, que continuam existindo", explica a socióloga e pesquisadora da Universidade de Paris-Sorbonne, Anne Petiau.
Robert Nesta Marley ainda simboliza o protesto, a emancipação e a liberdade para muita gente de diferentes crenças, inclusive jovens, que descobriram a música de um astro que nasceu em um país pobre que era ouvida pelos pais e avós.
Os mais velhos "continuam ouvindo a música de sua juventude que (...) os faz voltar àquele tempo", segundo Petiau. Em termos gerais, a voz e a espititualidade de Bob Marley - como parte da cultura rastafari, que o apresentava como o apóstolo da cannabis - transformaram o reggae na música dos desfavorecidos em vários lugares do mundo. Assim é, por exemplo, na África, quando nos lembramos dos músicos Alpha Blondy e Tiken Jah Fakoli, um continente do reggae, como Bob Marley previa.
O grupo Superheavy formado por Mick Jagger, Damian Marley, Dave Stewart, Joss Stone e o produtor A.R. Rahman lançou o seu primeiro single intitulado "Miracle Worker". O clipe da música já foi gravado e o disco do grupo tem lançamento previsto para Setembro.
A ideia de formar o grupo começou em 2009 quando Dave Stewart ligou de sua casa na Jamaica para Jagger com a intenção de fazer uma fusão de ritmos. Dois meses depois o time se reuniu em Los Angeles para um primeiro ensaio totalmente descompromissado que deu
resultado.
Confiram Esse Som Que é Pura Vibe Positiva!!!
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Confira Aqui e Agora as 2 Versões do 1º Single da Banda
01 - Miracle Worker (Chris Lord-Alge Radio Mix)
02 - Miracle Worker (Damian ''jr. Gong'' Marley Main Mix Radio Edit)
O rastafarianismo está nas enciclopédias da pós-modernidade. A Webster brasileira define o movimento nos seguintes termos:
Movimento político e religioso em expansão, originário do culto jamaicano que reverencia o imperador etíope Haile Selassie I como personalidade divina. O movimento foi influenciado por ativistas negros da década de 1930, principalmente Marcus Garvey (...) O rastafarianismo combina elementos das religiões africanas, (...) narrativas bíblicas e cultura afro-caribenha. Seus adeptos acreditam que os negros são as tribos perdidas de Israel, que serão redimidas com o retorno à África. O movimento não tem igreja nem clero, e a prática ritual é espontânea. Os rastafarianistas, ou rastafaris, expressam seu sentimento de fraternidade através de determinados símbolos: o estilo do (que não é cortado e forma longas tranças), a utilização das cores nacionais etíopes (vermelho, preto, verde e amarelo ouro), hábitos alimentares (evitam a carne de porco) e o ocasional uso da cannabis (maconha) como forma de ajuda à meditação. A música popular jamaicana, especialmente o reggae, com destaque para o cantor e compositor Bob Marley (1945-1981), constitui um meio popular de disseminação das idéias rastafarianas. (WEBTER/LARROUSSE, V.II - p 819. São Paulo: Folha da Manhã, 1997).
Quem é a mulher Rastafari? O que ela significa? Existe alguma pessoa como a mulher Rastafari? Se ela vive, onde ela está? Como se sabe tão pouco sobre ela? É por que ela não faz parte da cultura Rastafari? É a mulher Rastafari nada mais do que uma versão de segunda mão do Rastafari?
Estas são algumas perguntas que as pessoas fazem hoje para quem já ouviu falar da mulher Rastafari. Então vamos dar uma breve olhada no que a mulher Rastafari é. Eu estou me baseando no que eu encontrei nos duros golpes da experiência, no que eu tenho visto através da inspiração e no que eu tenho observado como uma jornalista Rastafari, documentando o movimento desde seus primeiros dias até o presente momento.
O Rastafari reconhece a Babilônia como um reino de rainhas prostitutas dominadas por homens ímpios. Sendo assim, a Babilônia não tem nenhum interesse em ter rainhas íntegras como a mulher Rastafari, mas ao invés disso, coloca suas rainhas prostitutas para governar o mundo e levar os inocentes à perversidade. O centro desta poluição espalhada por estas rainhas é a indústria da televisão e dos filmes.
Então, não seria nenhuma surpresa saber que a mulher Rastafari, assim como a Rainha Omega, a legítima Rainha Mãe da Criação, é uma ameaça à Babilônia. Todo Rastafari é filho do Rei Alfa, Pai da Criação e governa com a Mãe, a Rainha Omega, sendo a filha uma continuação da Mãe. Então o mais alto título da mulher Rastafari é Rainha Omega.
A Babilônia tem usado todos os truques para esconder a Rainha Omega do mundo. O principal truque é não deixar a mulher Rastafari chegar ao auge de sua espiritualidade como Rainha Omega e Rainha Africana, Mãe da Terra, a própria Mãe Natureza. Isso aconteceu com a prisão de muitos Rastafari, deixando a mulher desprotegida e provocando a volta para a Babilônia de mulheres que entrarem para a vivência Rastafari no seu início. Além disso, houve uma campanha que levou ao desdém a mulher Rastafari por sua família e sociedade; a recusa de terras para os Rastas e a negação das mulheres e crianças como estabilizadores do movimento.
Os donos de terras, por sua vez, encorajaram o movimento a ser nômade, para desencorajar as mulheres a entrar no movimento e a estabilizá-lo. A desestabilização promovida pela Babilônia promoveu um Rastafari sem laços familiares como a essência do Rastaman – a imagem romântica do profeta/pastor caminhado pelas ruas trazendo o julgamento e o fogo para as pessoas da terra.
A Imperatriz Menen, esposa de Haile Selassie I é a Rainha Omega dentro deste plano. A Rainha Makeda de Sabá é a Rainha Omega de seu tempo assim com foi Maria, mãe de Jesus. O papel da Rainha Omega, a mulher Rastafari, foi resumida por Leonard P. Howell em seu livro “A Chave Prometida” (The Promised Key), escrito com o nome de Gangunguru Maragh. Howell declara: “Rainha Omega, a rainha etíope, é a mulher coroada deste mundo. Ela nos dá o livro das funções dos pólos da Suprema Autoridade. Ela é a Santa Senhora da Criação”.
Howell também registra que depois que o Duque de Gloucester devolveu ao Imperador Haile Selassie I o cetro de ouro puro que havia sido roubado da Etiópia pela Inglaterra pelos ingleses, o duque deu à Rainha Omega “Imperatriz Menen, um cetro de ouro e marfim. O cabo era da forma de um ramo de lírios e no topo havia um ramo de lírios florescendo.
A falta de foco na Rainha Omega é em parte devido ao fato que sua representante na terra, a Imperatriz Menen, desapareceu da vida terrena no início da ascensão do movimento. Nunca houve uma declaração universal quando a Imperatriz se retirou dos olhos dos homens da Babilônia. Os escritores modernos acharam mais lucrativo construir uma imagem exótica masculina para levar as mulheres prostitutas a uma desenfreada expectativa da sexualidade dos dreadlocks. Estes escritores não vêem nenhum outro uso da posse da masculinidade exceto para favorecer a sexualidade excessiva e ignorar a presença da Imperatriz no início do movimento.
Howell também registra que depois que o Duque de Gloucester devolveu ao Imperador Haile Selassie I o cetro de ouro puro que havia sido roubado da Etiópia pela Inglaterra pelos ingleses, o duque deu à Rainha Omega “Imperatriz Menen, um cetro de ouro e marfim. O cabo era da forma de um ramo de lírios e no topo havia um ramo de lírios florescendo.
A falta de foco na Rainha Omega é em parte devido ao fato que sua representante na terra, a Imperatriz Menen, desapareceu da vida terrena no início da ascensão do movimento. Nunca houve uma declaração universal quando a Imperatriz se retirou dos olhos dos homens da Babilônia. Os escritores modernos acharam mais lucrativo construir uma imagem exótica masculina para levar as mulheres prostitutas a uma desenfreada expectativa da sexualidade dos dreadlocks. Estes escritores não vêem nenhum outro uso da posse da masculinidade exceto para favorecer a sexualidade excessiva e ignorar a presença da Imperatriz no início do movimento.
A influência da Imperatriz Menen no movimento Rastafari durante seu reinado terreno foi muito grande. O Rastafari se dirige à mulher da congregação como Rainha. A mulher Rastafari tem um exemplo feminino como modelo a ser seguido e busca os passos da Imperatriz Menen minuciosamente. O Rastafari vê em cada mulher a Imperatriz Menen e o respeito é grande.
Temos que entender que no mesmo dia que Haile Selassie foi coroado Imperador da Etiópia, a sua Rainha, a Imperatriz Menen, foi coroada Imperatriz da Etiópia e também recebeu as homenagens de 72 nações do mundo. E assim como a coroação de Sua Majestade Imperial simbolizou o homem preto alcançando seu Rei e seu Reino, a coroação da Imperatriz simbolizou a mulher preta alcançando o Reino dela.
O efeito psicológico na mulher preta ao ter uma mulher Africana reinando como Imperatriz com esplendor real e sendo homenageada pelas nações nunca foi enfatizado pelos que supostamente escrevem sobre a cultura Rastafari. Isso nunca pode ser desprezado por aqueles de nós que buscam a mulher na cultura Rastafari.
Para vocês meus irmãos que dão tanto a este povo. Eu mando força Rastafari para vocês que amam a pureza e conhecem a Santidade; que lutam por justiça para todos, eu mando a Jah toda autoridade. Para vocês que conhecem o significado da confiança e do sacrifício e buscam a verdade para que as pessoas possam viver. Filha Rasta seja forte. Os anciãos te chamam para buscá-los. Filha seja feliz, nossas crianças e nossos irmãos precisam do teu amor materno.
Mama Farika Berhane
Anciã Rastafari - 1983
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Ponto de Equilibrio

Surgida em 1999, em Vila Isabel, zona norte carioca, a banda Ponto de Equilíbrio surgiu da união de oito músicos com personalidades distintas, mas fundamentadas no autêntico reggae roots. O grupo é formado por Helio Bentes (vocalista), Pedro Pedrada (baixo), Márcio Sampaio (guitarra base), Tiago Caetano (teclados), Rodrigo Fontenele (percussão), Marcelo Campos (percussão), Lucas Kastrup (bateria) e Ras André (guitarra solo). Ponto de Equilíbrio se tornou uma das principais referências do reggae no Brasil ao resgatar suas raízes e utilizar a música como resistência sócio-cultural. As letras, compostas pelos próprios integrantes, transmitem mensagens de igualdade, amor e justiça, de acordo com a filosofia rastafari. Além disso, o som conta com influências de dub e samba e de alguns ritmos regionais como a capoeira de Angola, o maculelê e o maracatu. O próprio nome da banda resume o objetivo dos músicos: o equilíbrio entre o céu e a terra, o positivo e o negativo, o bem e o mal. “Esse é o ponto que todos nós buscamos e para onde todos retornaremos, quando for terminada nossa missão nessa vida”, explicam os músicos. Em 2004, a banda lançou o álbum “Reggae a Vida com Amor”. As músicas “Aonde vai chegar? (Coisa Feia)”, “Árvore de reggae” e “Ponto de Equilíbrio”, agradaram em cheio os amantes do reggae e divulgaram a banda em todo o Brasil. Resultado: o primeiro CD do octeto foi um dos lançamentos independentes de maior vendagem no país, com mais de 70 mil cópias vendidas, rendendo um Disco de Ouro.
Mesmo sem tocar em rádios ou ter gravadora, a cada show o Ponto de Equilíbrio conquista um público maior e mais fiel. Eles tocam com freqüência nas capitais do país, lotando as casas por onde passam. Apesar das dificuldades comuns a uma banda independente, algumas apresentações já chegaram a reunir 30.000 pessoas, como em Salvador e Fortaleza. No Orkut, existem mais de 80 comunidades dedicadas a eles, sendo que a maior delas reúne mais de 130 mil pessoas.
Bob Marley
Bob Marley não morreu. Se alguém disser que ele morreu, desconverse e saia de fininho, sorrindo e cantando "Is this love, is this love, is this love that i´m feeling". O que aconteceu no dia 11 de maio de 1981, num hospital em Miami, foi matéria que se dissolveu, átomos que foram recombinados. Os estóicos, filósofos da época do império romano, diziam que, quando morremos, não vamos para lugar algum. seja esse lugar o céu ou zion. Apenas dissolvemo-nos e voltamos à natureza. Olhe para o mundo à sua volta e veja se não foi isso que aconteceu com Bob Marley.
Sua música está por toda a parte. Seus discos vendem até hoje, numa adoração só comparável a de Elvis e dos Beatles. Seu rosto e suas tranças estão estampadas em camisetas de moleques no Rio, em Sydney e Paris. Marley se dissolveu e virou um som da natureza por causa de canções irresistivelmente pop e por todos os ingredientes - rock, punk, afro, soul - que adicionou ao seu reggae. Virou estrela por causa de letras que tinham ao mesmo tempo um lirismo arrebetador e uma militância contagiante. Virou luz por causa de palavras, atos e uma vibrante mensagem de paz e amor.
Mas Marley não era santo. Era o Tuff Gong, apelido que ganhou na marra, em brigas nos guetos de Kingston. Ironicamente, se estivesse aqui, comemorando 60 anos, dreadloks branquinhas, teria que lutar contra o imobilismo dos seus fãs, que parecem se contentar em botar uma roupa colorida e saudar sua memória em tributos sem fim, em vez de seguir em frente, passar a segunda marcha, ouvir outros sons e ver que o reggae não é só raiz, não é só iô iô, mas também é caule e frutos. Como diria Marley, "Wake up and live". A boa é acender essa idéia.
Sua música está por toda a parte. Seus discos vendem até hoje, numa adoração só comparável a de Elvis e dos Beatles. Seu rosto e suas tranças estão estampadas em camisetas de moleques no Rio, em Sydney e Paris. Marley se dissolveu e virou um som da natureza por causa de canções irresistivelmente pop e por todos os ingredientes - rock, punk, afro, soul - que adicionou ao seu reggae. Virou estrela por causa de letras que tinham ao mesmo tempo um lirismo arrebetador e uma militância contagiante. Virou luz por causa de palavras, atos e uma vibrante mensagem de paz e amor.
Mas Marley não era santo. Era o Tuff Gong, apelido que ganhou na marra, em brigas nos guetos de Kingston. Ironicamente, se estivesse aqui, comemorando 60 anos, dreadloks branquinhas, teria que lutar contra o imobilismo dos seus fãs, que parecem se contentar em botar uma roupa colorida e saudar sua memória em tributos sem fim, em vez de seguir em frente, passar a segunda marcha, ouvir outros sons e ver que o reggae não é só raiz, não é só iô iô, mas também é caule e frutos. Como diria Marley, "Wake up and live". A boa é acender essa idéia.
Bob Marley no Brasil

Bob Marley, Junior Marvin (guitarrista dos Wailers), Jacob Miller vocalista do Inner Circle), Chris Blackwell (diretor da Island Records) e a esposa Blackwell, Nathalie, vieram ao Brasil em um jato particular para participar da festa que inaugurou as atividades do selo alemão Ariola no pais. A Island, gravadora original dos Wailers, era então um selo da Ariola. Bob interrompeu as sessões de gravação que resultariam no álbum 'Uprising' para vir ao Brasil. Na descida em Manaus, para reabastecimento, o jato ficou retido por algumas horas. O governo militar certamente não estava vendo com bons olhos a vinda daquela comitiva enfumaçada. Depois de alguma negociação as autoridades acabaram cedendo, mas sem liberar vistos de trabalho, o que desestimulou os que pensaram em improvisar uma apresentação deles em solo brasileiro. Depois ainda desceram em Brasília e rapidamente decolaram em direção ao Rio de Janeiro
Chegaram no aeroporto Santos Dumont às 18h30m do dia 18 de março, terça-feira. Logo foram cercados pelos repórteres. Bob era mais conhecido na época por ser o autor de "No Woman No Cry", música que havia vendido 500 mil copias na versão de Gilberto Gil. Suas primeiras declarações foram sobre a música brasileira: "O samba e o reggae são a mesma coisa, tem o mesmo sentimento das raízes africanas".
O sonho de uma apresentação de Bob Marley no Brasil jamais se concretizou, mas ao menos tivemos a oportunidade de conhecer outro lado de suas personalidade, mostrando que longe dos palcos e dos estúdios ele era apenas uma pessoa como qualquer outra. Todos os jornais que cobriram sua visita destacaram o fato de que ele se mostrava sempre acessível e disposto, sem traço de estrelismo. Esta vinda ao Brasil foi ofuscada na biografia de Bob Marley pela apresentação na festa da independência cdo Zimbabwe, que aconteceria menos de um mes depois. Mas para quem sente a sua música bater com toda força sem causar dor, esta é uma lembrança inestimável.
Pé-direito
Na véspera do jogo Brasil x Holanda na Copa do Mundo deste ano, o neurocientista carioca Stevens Rehen, um dos mais respeitados pesquisadores brasileiros de células-tronco, recebeu um telefonema do irmão. Do outro lado da linha estava o músico e antropólogo Lucas Kastrup Rehen, baterista da banda de reggae carioca Ponto de Equilíbrio. Contava que o guitarrista do grupo, Pedro Caetano, 29 anos, havia sido preso por cultivar dez pés de maconha em casa. Adepto da religião rastafári, seita de origem jamaicana que faz uso da droga em seus rituais, Pedro fora enquadrado como traficante por causa da ambiguidade da lei 11.343, de 2006, que não determina a quantidade exata de droga que separa usuários e fornecedores. E por isso ficou 14 dias na cadeia. A história teria sido mais uma nas páginas de jornal se não tivesse esquentado uma discussão que começava no meio científico, sobre a legalização da maconha no Brasil. O tema veio à baila diversas vezes desde que a Organização das Nações Unidas (ONU), em 1961, aconselhou todos os países signatários a proibi-la. A diferença é que, desta vez, os debatedores foram inéditos.
Em vez de políticos ou artistas com ideais liberais, quem levantou a bandeira da legalização foram quatro dos cientistas mais respeitados do Brasil: Stevens Rehen é diretor adjunto de pesquisa do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); João Menezes, neurocientista com Ph.D. no Massachusetts General Hospital e na Harvard Medical School, nos Estados Unidos, além de professor da UFRJ; Cecília Hedin, neurocientista e doutora em biofísica, divide com Menezes a direção do Laboratório de Neuroanatomia Celular do Instituto de Ciências Biomédicas da UFRJ; e Sidarta Ribeiro, Ph.D. em neurociências pela Universidade Duke, nos Estados Unidos, é chefe do laboratório do Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lily Safra e professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).
A questão levantada pelos cientistas se resume em três pontos. No primeiro, argumentam que o que é proibido não pode ser regulamentado. A maconha vendida no mercado ilegal é mais nociva para a saúde de quem consome, uma vez que a erva pode ser misturada com outras substâncias mais pesadas, como o crack. O segundo ponto é o de que a Cannabis sativa (nome científico da maconha) pode ser usada como remédio no tratamento de diversas doenças. O terceiro, e principal ponto da argumentação, diz que a droga faz mal ao corpo — mas não tanto quanto já se pensou — e que esse problema é bem menor quando comparado aos males que seu comércio ilegal causa à sociedade. “Precisamos discutir o que é ‘menos prejudicial’: os efeitos da maconha no indivíduo ou a violência associada ao tráfico”, diz Rehen.
Com esses argumentos na cabeça, os quatro neurocientistas publicaram no jornal Folha de S. Paulo, em julho, uma carta que criticava a prisão de Pedro Caetano. Diziam que a política de proibição da maconha é mais danosa do que seu consumo. Causaram polêmica. E inauguraram um debate incitado pela troca de artigos (ao todo quatro, dois a favor e dois contra, até o fechamento desta edição) a respeito da legalização da maconha, publicados no mesmo jornal. A discussão foi adiante e chegou-se ao ponto de questionar se esses profissionais deveriam marcar posição em questões sociais. “É comum o cientista achar que não é seu papel participar desses debates, sem perceber que sua disciplina é, muitas vezes, utilizada para justificar políticas públicas”, afirma Menezes. “Muitos se julgam neutros, mas raramente um de nós de fato é.”
Do lado de quem é contra a legalização, as principais preocupações passam pelo aumento do consumo da droga, pela descrença de que a legalização diminuiria o tráfico e pela falta de preparo do sistema de saúde pública para atender os usuários. “Sou contra qualquer mudança de política que tenha a chance de aumentar o consumo da maconha”, diz o psiquiatra e pesquisador Ronaldo Laranjeira, que assinou as cartas-réplicas publicadas na Folha com sua colega no Instituto Nacional de Políticas do Álcool e Drogas, a psiquiatra Ana Cecília Roselli Marques, doutora em ciências pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Laranjeira, que tem no currículo um Ph.D. em psiquiatria pela Universidade de Londres, na Inglaterra, é professor da Unifesp.
Rastafari
O Rastafarianismo nasceu nos anos 30, na Jamaica. As suas raízes são o pensamento de Marcus Garvey e as palavras de Haile Selassie I. Segundo consta, num domingo, Garvey, durante a missa terá dito: "Olhem para Leste, para Àfrica, onde um negro será coroado Rei." E assim foi, 2 de Novembro de 1930, Ras Tafari Makonnen, foicoroado Rei. Adaptou posteriormente, o nome de Haile Selassie I ("o poder da divina trindade").
A Fé Rastafariana pode ser interpretada de várias formas e quase todos os Rastas têm as suas próprias ideias pessoais acerca das coisas. RasTafari é uma forma de vida (e não uma religião), com muitas ligações à fé judaica e cristã. Os Rastas acreditam queJah (Deus). Garvey, na década de 20, profetizou que Jah apareceria como um Rei negro de Àfrica. Este rei, segundo os Rastas é Sua Majestade Imperial, o Imperador Haile Selassie I, Rei dos Reis e Senhor dos Senhores.
Os Rastas libertaram a Bíblia, tornando-a numa realidade viva para os povos do mundo, com a sua interpretação dela. O caminho e a missão Rasta não pode parar nem ser sabotado. Como diz na Bíblia, eles foram e serão odiados pelos homens, acusados falsamente, objetos de escândalos e e perseguidos por serem Rastafari.
BásicoDoRasta!!
Comida Ital
quanto menos cozinhados, melhor, sem sais, preservativos ou condimentos,pois assim possui maior quantidade de vitaminas, proteínas e força vital. Os Rastas são, portanto, vegetarianos. As bebidas são, preferentemente, herbais, como os chás. O licor, leite ou café são vistos como pouco saudáveis.
Ganja
Ganja, marijuana, cannabis é uma erva medicinal milenar usada pelos Rastas, não para diversão ou prazer, mas sim para limpeza e purificação em rituais controlados. Alguns Rastas escolhem não a usar. Muitos sustentam o seu uso através de Génesis 1:29: "E disse Deus: Eis que vos
tenho dado toda a erva que dê semente, que está sobre a face de toda a terra; e toda a árvore, em que há fruto que dê semente, ser-vos-á para mantimento."
Dreadlocks
O aspecto mais saliente de um/a Rasta são os dreadlocks, canudos fortes,que não são escovados ou penteados, mas cuidadosamente mantidos e lavados por quem os usa. São o símbolo da união com Jah e do empenho numa vida justa e natural. "Não cortareis o cabelo, arredondando os cantos da vossa cabeça, nem danificareis as extremidades da tua barba."
A Fé Rastafariana pode ser interpretada de várias formas e quase todos os Rastas têm as suas próprias ideias pessoais acerca das coisas. RasTafari é uma forma de vida (e não uma religião), com muitas ligações à fé judaica e cristã. Os Rastas acreditam queJah (Deus). Garvey, na década de 20, profetizou que Jah apareceria como um Rei negro de Àfrica. Este rei, segundo os Rastas é Sua Majestade Imperial, o Imperador Haile Selassie I, Rei dos Reis e Senhor dos Senhores.
Os Rastas libertaram a Bíblia, tornando-a numa realidade viva para os povos do mundo, com a sua interpretação dela. O caminho e a missão Rasta não pode parar nem ser sabotado. Como diz na Bíblia, eles foram e serão odiados pelos homens, acusados falsamente, objetos de escândalos e e perseguidos por serem Rastafari.
BásicoDoRasta!!
Comida Ital
quanto menos cozinhados, melhor, sem sais, preservativos ou condimentos,pois assim possui maior quantidade de vitaminas, proteínas e força vital. Os Rastas são, portanto, vegetarianos. As bebidas são, preferentemente, herbais, como os chás. O licor, leite ou café são vistos como pouco saudáveis.
Ganja
Ganja, marijuana, cannabis é uma erva medicinal milenar usada pelos Rastas, não para diversão ou prazer, mas sim para limpeza e purificação em rituais controlados. Alguns Rastas escolhem não a usar. Muitos sustentam o seu uso através de Génesis 1:29: "E disse Deus: Eis que vos
tenho dado toda a erva que dê semente, que está sobre a face de toda a terra; e toda a árvore, em que há fruto que dê semente, ser-vos-á para mantimento."
Dreadlocks
O aspecto mais saliente de um/a Rasta são os dreadlocks, canudos fortes,que não são escovados ou penteados, mas cuidadosamente mantidos e lavados por quem os usa. São o símbolo da união com Jah e do empenho numa vida justa e natural. "Não cortareis o cabelo, arredondando os cantos da vossa cabeça, nem danificareis as extremidades da tua barba."
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Se vc esta por fora do q é rastafari, le tudo .
Em 1930 um homem chamado Tafari Mokonne ou Ras (Rei) Tafari se declarou Imperador da Etiópia Haile Selassie I, um título tradicional que significa “Rei dos Reis ou Senhor dos Senhores” e “Leão Conquistador da Tribo de Judah (Judeu).
Para parte do povo Jamaicanos isso significava que a profecia tinha se realizado.
Esta pessoas se focaram na Bíblia e trouxeram traduções literais que tenha correlação com o fato o ocorria naquele momento.
Um dos importantes fatos correlacionados com a Bíblia é o fato de Selassie declarar que é descendente direto com o Rei David. Por Salassie declarar sua relação com David, ele apresentou a Passagem de Revelações 5:2-5. Para alguns Jamaicanos significava que o Messiah tinha chegado.
TRADUZINDO...
tinha um cara que se auto denominou rei da area...
isso mesmo, sem pedir licensa...
só porque achava que era da raiz de davi, aquele cara da biblia...
que ficou dormindo com os leões, se lembra?
a galera não disse nada! pois achava que aquilo era a professia
desse "Haile Selassie" cumprida!
então esse titulo de nobreza, não é desse "Haile Selassie"!
é de Tafari Mokonne! o conhecido RASTAFARI!!!
se liga...
rei= RAS
nome do cara=TAFARI
= RASTAFARI ou REI TAFARI.
essa parada de ''Leão conquistador da tribo de judah'' é o significado
da palavra RAS(rei). um titulo de noreza da época, entendeu agora?
apenas isso...
Para parte do povo Jamaicanos isso significava que a profecia tinha se realizado.
Esta pessoas se focaram na Bíblia e trouxeram traduções literais que tenha correlação com o fato o ocorria naquele momento.
Um dos importantes fatos correlacionados com a Bíblia é o fato de Selassie declarar que é descendente direto com o Rei David. Por Salassie declarar sua relação com David, ele apresentou a Passagem de Revelações 5:2-5. Para alguns Jamaicanos significava que o Messiah tinha chegado.
TRADUZINDO...
tinha um cara que se auto denominou rei da area...
isso mesmo, sem pedir licensa...
só porque achava que era da raiz de davi, aquele cara da biblia...
que ficou dormindo com os leões, se lembra?
a galera não disse nada! pois achava que aquilo era a professia
desse "Haile Selassie" cumprida!
então esse titulo de nobreza, não é desse "Haile Selassie"!
é de Tafari Mokonne! o conhecido RASTAFARI!!!
se liga...
rei= RAS
nome do cara=TAFARI
= RASTAFARI ou REI TAFARI.
essa parada de ''Leão conquistador da tribo de judah'' é o significado
da palavra RAS(rei). um titulo de noreza da época, entendeu agora?
apenas isso...
Frases de Bob Marley
"A maior covardia de um homem é despertar o amor de uma mulher sem ter a intenção de amá-la." (Bob Marley)
"As Vezes construímos sonhos em cima de grandes pessoas... O tempo passa... e descobrimos que grandes mesmo eram os sonhos e as pessoas pequenas demais para torná-los reais!" (Bob Marley)
"Dificil não é lutar por aquilo que se quer, e sim desistir daquilo que se mais ama. Eu desisti. Mas não pense que foi por não ter coragem de lutar, e sim por não ter mais condições de sofrer" (Bob Marley)
"A vida é para quem topa qualquer parada. Não para quem pára em qualquer topada." (Bob Marley)
"Vocês riem de mim por eu ser diferente, e eu rio de vocês por serem todos iguais" (Bob Marley)
"Não viva para que a sua presença seja notada, mas para que a sua falta seja sentida..." (Bob Marley)
"Não ligo que me olhem da cabeça aos pés..porque nunca farão minha cabeça e nunca chegarão aos meus pés" (Bob Marley)
"Em quanto a cor da pele for mais importante que o brilho dos olhos havera guerra." (Bob Marley)
"Para que levar a vida tão a sério, se a vida é uma alucinante aventura da qual jamais sairemos vivos." (Bob Marley)
"Preocupe-se mais com a suua consciência do qe com sua reputação. Porqe sua consciência é o que você é,e a sua reputação é o que os outros pensam de você. E o que os outros pensam, é problema deles." (Bob Marley)
"Se você obedece todas as regras, acaba perdendo a diversão." (Bob Marley)
"Se Deus criou as pessoas para amar, e as coisas para cuidar. Por que amamos as coisas e usamos as pessoas!" (Bob Marley)
"Queria ser um baseado Para nascer em seus dedos, morrer em seus lábios, E fazer sua cabeça" (Bob Marley)
"Os homens pensam que possuem uma mente, mas é a mente que os possui Há pessoas que amam o poder, e outras que tem o poder de amar" (Bob Marley)
"Eu olho para dentro de mim, e não me importo com o que as pessoas fazem ou dizem eu me preocupo só com as coisas certas." (Bob Marley)
"Deus me enviou à terra com uma missão. Só Ele pode me deter, os homens nunca poderão." (Bob Marley)
"Sou louco porque vivo em um mundo que não merece minha lucidez" (Bob Marley)
"Não cruze os braços diante de uma dificuldade, pois o maior homem do mundo morreu de braços abertos!" (Bob Marley)
"Uma coisa boa sobre a música é que quando ela bate você não sente dor." (Bob Marley)
"Nós nos recusamos a ser o que você queria que nós fôssemos. Somos o que somos, é assim que vai ser. Você não pode me educar" (Bob Marley)
"Se choras por não ter visto o pôr do Sol, as lágrimas não te deixarão ver as estrelas." (Bob Marley)
"Eles dizem que o sol brilha para todos, mas para algumas pessoas no mundo ele nunca brilha." (Bob Marley)
"O que importa se você tem olhos verdes... se o vermelho dos meus refletem o verde da natureza..." (Bob Marley)
"O reggae não é pra se ouvir é pra se sentir. Quem não o sente não o conhece." (Bob Marley)
"Não preciso ter ambições. Só tem uma coisa que eu quero muito: que a humanidade viva unida... negros e brancos todos juntos." (Bob Marley)
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